Introdução.

Bem vindo!

O conteúdo do blog não tem (nem de longe) o intúito (e a pretensão) de ser a verdade absoluta.


São minhas opiniões, baseadas em experiências pessoais e interpretações Bíblicas.

Davi José.

Louvor é coisa séria. Dicas.


Muitos cristãos vêem o louvor como um passatempo, ou uma forma de demonstrar suas habilidades como instrumentista ou vocalista. Se esquecem que o louvor é parte de algo muito maior, deve ser  direcionada somente a Deus, mas traz consolo, é pregação, libertação, é sobretudo, também, a voz do Senhor.









 *Passos pra se louvar (e não simplesmente cantar):

Preparação espiritual:

Ela é tão importante (ou até mais)  que ensaiar. Separe um dia da semana (ou mais) pra que todo o grupo faça jejum

Orem antes dos ensaios, primeiramente agradecendo a oportunidade de poder louvá-Lo, depois pedindo que possam ser instrumentos na mão dEle, e pedindo humildade, pra que ninguém do grupo possa se engrandecer, a não ser Deus.
Orem pedindo direção, pra que os louvores escolhidos sejam alento, conforto ou até mesmo repreensão à igreja, conforme a vontade dEle.



Ensaios periódicos:


 Ensaios são extremamente necessários, mesmo quando já se conhece bem o louvor em questão, a confiança excessiva é um grande erro.
Erros de afinação, entonação não são vistos por Deus, mas dispersam a atenção da igreja.
O ensaio serve pra trazer entrosamento entre os louvoristas.




Escolhendo o repertório:


Também importante é ter um repertório variado pra  diferentes ocasiões, e saber usa-los na hora certa é imprecindível.
Por exemplo, as vezes a ocasião pede hinos mais agitados, pois servem pra despertar a igreja, que pode estar sonolenta, desligada. Nesse caso, seria também conveniente pedir pra que todos fiquem de pé.
Muitas vezes acontece o inverso, a igreja está muito barulhenta (conversas paralelas) e dispersa, desligados do culto. Seria interessante então hinos mais leves, calmos. Peça a atenção, se preciso.


Preparando a igreja pra receber a mensagem do louvor:

Muitos oram a Deus pedindo uma resposta, e vão aos cultos esperando que Deus lhes fale na pregação. E quando a mensagem da noite não traz resposta desejada, se frustam, se esquecem que Deus fala da forma que Lhe convém, inclusive atravéz do louvor.
Por isso, a necessidade de chamar a atenção da igreja em louvores de "letra forte". Pode se pedir que todos fiquem em espírito de oração, e atentem à letra.

Da mesma forma que pedir que todos se coloquem de pé nos hinos mais agitados, como já foi descrito num post anterior.


A ministração:

O louvor deve ser direcionado a Deus, mas é interessante, que haja uma ministração voltada a igreja.
É importante que a ministração tenha relação direta com a letra da canção, pra que haja uma coesão.
Mas pra se ministrar, deve se ter uma preparação espiritual, tal qual foi citado no primeiro tópico, não simplesmente ensaiar algumas belas palavras.

Não se deve de forma alguma procurar ser específico a alguém, (sabendo da situação frágil de um determinado membro, procurar consolá-lo), deve-se deixar Deus agir.

Investir em instrumentos:                                                                                                                                

Pra Deus não importa se você vai louvar num Kashima ou numa Gibson Les Paul, mas é importante investir sempre em instrumentos de melhor qualidade.


Um som mais limpo e sem ruídos é melhor ouvido e melhor percebido.

Nota: Nem sempre um instrumento mais caro significa um instrumento melhor ou mais adequado.









2 comentários:

  1. Ambientes barulhentos agridem

    Na 22ª. segunda semana de gravidez, a cóclea, órgão que abriga todos os componentes da audição dentro da orelha interna, já está completamente formada. Isso quer dizer que o bebê ouve a mesma coisa que você.

    Estudos já demonstraram que o líquido amniótico pode amplificar alguns tipos de som, como os muito graves. A voz da mãe também é amplificada em cerca de 5 decibéis.

    Um estudo chegou a mostrar que mulheres que trabalhavam oito horas por dia num ambiente de muito barulho (em volumes que exigiam proteção auricular) corriam mais risco de ter bebês com problemas auditivos.

    Além disso, é preciso considerar que um barulho muito forte faz com que o organismo da mãe produza hormônios ligados ao estresse, fazendo o coração acelerar, o que não é bom para a saúde cardíaca do bebê.

    Os bebês, desde o útero materno, ouvem e reconhecem vozes. Sabe-se também que são capazes de sentir emoções da mãe, de se assustar e que após o nascimento terão memórias da vida intra uterina.

    O psiquiatra canadense Thomas Verny explica no livro “Bebês do Amanhã: Arte e Ciência de Ser Pais”, que desde os primeiros meses de gestação, a criança é capaz de identificar certos acontecimentos.

    “Com 4 meses e meio, se você acender uma luz forte na barriga de uma gestante, o bebê vai reagir. Se fizer um barulho alto, ele tenta colocar as mãos nas orelhas. Se colocar açúcar no liquido amniótico, ele vai dobrar a ingestão. Bebês gostam de açúcar! Quando se coloca algo amargo, o bebê para de tomar o líquido e faz cara feia. Eles sentem a diferença entre doce e amargo, reagem à luz, ao toque e ao barulho.”

    Vídeo-game e todos os brinquedos sonoros devem ser avaliados pelo som que emitem. “O sistema auditivo é um órgão sensorial extremamente delicado e passível de lesões se for muito carregado, principalmente em bebês, que têm uma sensibilidade auditiva muito apurada. A célula ciliada do ouvido interno do bebê sofre com o ruído excessivo e esse abuso pode acabar levando à sua destruição”, alerta o otorrinolaringologista Jamal Azzam.

    A indicação é sempre manter os pequenos longe de ambientes muito barulhentos, seja um local fechado ou na rua, onde o som do trânsito também causa incômodo. Se for inevitável fugir desses locais, o ideal é proteger os ouvidos da maneira certa. “Muitos pais usam algodão para tapar o canal auditivo, mas isso não garante a vedação necessária do som. Uma opção é usar fones de ouvido de boa qualidade que preservem a audição”, finaliza Azzam.

    “Há uma região no cérebro chamada “tálamo”. Esta é a parte do cérebro na qual a música é percebida. No tálamo as emoções, sensações e sentimentos são percebidos antes destes estímulos serem submetidos às partes do cérebro responsáveis pela razão. A música, portanto, não depende do sistema nervoso central para ser assimilada imediatamente pelo cérebro. Ela passa pelo aparelho auditivo, pelo tálamo e depois vai ao lobo central.

    A “batida” que substitui o ritmo provoca um estado de emoção que a mente não discerne. Desorganiza a química. As batidas graves da percussão afetam o líquido cerebrospinal.
    O volume (amplificado) das músicas acima de 50 decibéis prejudica a audição e a saúde cerebral”.

    “Cantem-lhe uma nova canção; toquem com habilidade ao aclamá-lo.” (Sl 33:3 – NVI)

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